segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

primeira pessoa e singular

claro que joão botelho nunca teria uma tarefa fácil ao apropriar-se do desassossego de pessoa. ele sabe-o bem. o seu filme deixou-me, por um lado, extasiado com a cinematografia, com a fotografia, com a ópera, com uma declamação. menos extasiado fiquei com a maior parte das actuações, e, com o ritmo pouco febril; faltou-lhe um alambique a destilar aguardente, e afogueado por lenha cortada a machado.

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